Se a teoria é rapidamente esquecida,
o gesto e a experiência artística
ficam no corpo, na memória, no olhar.

Mar 072022
 
No dia 7 de Março de 2022 os alunos do Agrupamento de Escolas Manuel Ferreira Patrício de Évora, fizeram a primeira sessão da oficina do programa Cinema, cem anos de juventude 2021-2022 onde foi apresentado o tema trabalhado durante este ano lectivo - "Os Motivos no Cinema".

 
 
 

Oficina orientada por Ana Eliseu (realização) com Mafalda Roma (som), José Lã Correia (imagem) e Sann Gusmão (produção).

Esta oficina é realizada em parceria com a Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema e integra o projecto "O Mundo à Nossa Volta" com o apoio do ICA, do Instituto Camões-CCP de Paris e da Direção regional da Cultura do Alentejo.
Jan 182022
 
No dia 17 de Janeiro de 2022 os alunos do Agrupamento de Escolas Manuel Ferreira Patrício de Évora, fizeram a primeira sessão da oficina do programa Cinema, cem anos de juventude 2021-2022 onde foi apresentado o tema trabalhado durante este ano lectivo - "Os Motivos no Cinema".

 
 

Os alunos também analisaram em conjunto excertos de filmes, entre os quais : Chegada de um Combóio dos irmãos Lumière e Janela Indiscreta (1954) de Alfred Hitchcock.

Oficina orientada por Ana Eliseu (realização).

Esta oficina é realizada em parceria com a Cinemateca Portuguesa-Museu do cinema e integra o projecto "O Mundo à Nossa Volta" com o apoio do ICA e da Direção regional da Cultura do Alentejo.
Jul 272021
 
El Verdugo (O Carrasco), de Luis García Berlanga, será apresentado na quinta-feira 29 de Julho de 2021 às 18h00 no Auditório Soror Mariana em Évora, no âmbito do projecto No País do Cinema numa sessão de Cinema-Fora-dos Leões, em parceria com Os Filhos de Lumière e a Direcção Regional de Cultura do Alentejo, no âmbito do ciclo "Esperpento, logro e anseio" em comemoração do centenário do nascimento de Luis García Berlanga. Entrada livre. 
 

"Uma década após o final da Guerra Civil Espanhola, em pleno regime franquista, deu-se uma importante mudança na indústria cinematográfica espanhola: paulatinamente, os filmes historicistas, religiosos e dramáticos cederam o passo ao sainete espanhol – um género de comédia populista muito comum durante os primeiros anos do franquismo. Foi neste contexto que em 1955 estreou a comédia Historias de la radio, de José Luis Sáenz de Heredia, um importante blockbuster que veio revolucionar o cinema espanhol e incitar a regeneração da indústria através da entrada em cena de novos e talentosos cineastas, entre os quais, Luis García Berlanga.
 
Utilizando o esperpento – um género teatral ibérico de humor negro e de sátira grotesca – como a espada que empunhou contra o regime franquista, Berlanga entregou-se à crítica de todas as formas de poder vigentes na sociedade espanhola dos anos 50 e 60: o conservadorismo do governo franquista, a hipocrisia da igreja e a mesquinhez da sociedade espanhola. Com uma arguta e mordaz inteligência, dedicou-se a reinventar múltiplas formas da mesma ideia: cotejando o próprio Berlanga, «nos meus filmes há sempre alguém que sonha, que anseia e que deseja alcançar algo, mas nunca consegue, é sempre impedido por um complexo logro da sociedade.»

Esta sessão é organizada com o apoio da Direcção Regional de Cultura do Alentejo, do Instituto Cervantes e do ICA - Instituto do Cinema e do Audiovisual.
Jul 212021
 

Plácido, de Luis García Berlanga, será apresentado na quinta-feira 22 de Julho de 2021 às 18h00 no Auditório Soror Mariana em Évora, no âmbito do projecto No País do Cinema numa sessão de Cinema-Fora-dos Leões, em parceria com Os Filhos de Lumière e a Direcção Regional de Cultura do Alentejo, no âmbito do ciclo "Esperpento, logro e anseio" em comemoração do centenário do nascimento de Luis García Berlanga. Entrada livre.

"Uma década após o final da Guerra Civil Espanhola, em pleno regime franquista, deu-se uma importante mudança na indústria cinematográfica espanhola: paulatinamente, os filmes historicistas, religiosos e dramáticos cederam o passo ao sainete espanhol – um género de comédia populista muito comum durante os primeiros anos do franquismo. Foi neste contexto que em 1955 estreou a comédia Historias de la radio, de José Luis Sáenz de Heredia, um importante blockbuster que veio revolucionar o cinema espanhol e incitar a regeneração da indústria através da entrada em cena de novos e talentosos cineastas, entre os quais, Luis García Berlanga.
 
Utilizando o esperpento – um género teatral ibérico de humor negro e de sátira grotesca – como a espada que empunhou contra o regime franquista, Berlanga entregou-se à crítica de todas as formas de poder vigentes na sociedade espanhola dos anos 50 e 60: o conservadorismo do governo franquista, a hipocrisia da igreja e a mesquinhez da sociedade espanhola. Com uma arguta e mordaz inteligência, dedicou-se a reinventar múltiplas formas da mesma ideia: cotejando o próprio Berlanga, «nos meus filmes há sempre alguém que sonha, que anseia e que deseja alcançar algo, mas nunca consegue, é sempre impedido por um complexo logro da sociedade.»

Esta sessão é organizada com o apoio da Direcção Regional de Cultura do Alentejo, do Instituto Cervantes e do ICA - Instituto do Cinema e do Audiovisual.
Jul 132021
 

Paraíso Esquecido (Calabuch), de Luis García Berlanga, será apresentado na quinta-feira 15 de Julho de 2021 às 18h00 no Auditório Soror Mariana em Évora, no âmbito do projecto No País do Cinema numa sessão de Cinema-Fora-dos Leões, em parceria com Os Filhos de Lumière e a Direcção Regional de Cultura do Alentejo, no âmbito do ciclo "Esperpento, logro e anseio" em comemoração do centenário do nascimento de Luis García Berlanga. Entrada livre.

"Uma década após o final da Guerra Civil Espanhola, em pleno regime franquista, deu-se uma importante mudança na indústria cinematográfica espanhola: paulatinamente, os filmes historicistas, religiosos e dramáticos cederam o passo ao sainete espanhol – um género de comédia populista muito comum durante os primeiros anos do franquismo. Foi neste contexto que em 1955 estreou a comédia Historias de la radio, de José Luis Sáenz de Heredia, um importante blockbuster que veio revolucionar o cinema espanhol e incitar a regeneração da indústria através da entrada em cena de novos e talentosos cineastas, entre os quais, Luis García Berlanga.
 
Utilizando o esperpento – um género teatral ibérico de humor negro e de sátira grotesca – como a espada que empunhou contra o regime franquista, Berlanga entregou-se à crítica de todas as formas de poder vigentes na sociedade espanhola dos anos 50 e 60: o conservadorismo do governo franquista, a hipocrisia da igreja e a mesquinhez da sociedade espanhola. Com uma arguta e mordaz inteligência, dedicou-se a reinventar múltiplas formas da mesma ideia: cotejando o próprio Berlanga, «nos meus filmes há sempre alguém que sonha, que anseia e que deseja alcançar algo, mas nunca consegue, é sempre impedido por um complexo logro da sociedade.»

Esta sessão é organizada com o apoio da Direcção Regional de Cultura do Alentejo e do ICA - Instituto do Cinema e do Audiovisual.
Jul 062021
 

Bem-Vindo, Mister Marshall (Bienvenido Mister Marshall), de Luis García Berlanga, será apresentado na quinta-feira 8 de Julho de 2021 às 18h00 no Auditório Soror Mariana em Évora, no âmbito do projecto No País do Cinema numa sessão de Cinema-Fora-dos Leões, em parceria com Os Filhos de Lumière e a Direcção Regional de Cultura do Alentejo, no âmbito do ciclo "Esperpento, logro e anseio" em comemoração do centenário do nascimento de Luis García Berlanga. Entrada livre.

"Uma década após o final da Guerra Civil Espanhola, em pleno regime franquista, deu-se uma importante mudança na indústria cinematográfica espanhola: paulatinamente, os filmes historicistas, religiosos e dramáticos cederam o passo ao sainete espanhol – um género de comédia populista muito comum durante os primeiros anos do franquismo. Foi neste contexto que em 1955 estreou a comédia Historias de la radio, de José Luis Sáenz de Heredia, um importante blockbuster que veio revolucionar o cinema espanhol e incitar a regeneração da indústria através da entrada em cena de novos e talentosos cineastas, entre os quais, Luis García Berlanga.
 
Utilizando o esperpento – um género teatral ibérico de humor negro e de sátira grotesca – como a espada que empunhou contra o regime franquista, Berlanga entregou-se à crítica de todas as formas de poder vigentes na sociedade espanhola dos anos 50 e 60: o conservadorismo do governo franquista, a hipocrisia da igreja e a mesquinhez da sociedade espanhola. Com uma arguta e mordaz inteligência, dedicou-se a reinventar múltiplas formas da mesma ideia: cotejando o próprio Berlanga, «nos meus filmes há sempre alguém que sonha, que anseia e que deseja alcançar algo, mas nunca consegue, é sempre impedido por um complexo logro da sociedade.»

Esta sessão é organizada com o apoio da Direcção Regional de Cultura do Alentejo e do ICA - Instituto do Cinema e do Audiovisual.