Se a teoria é rapidamente esquecida,
o gesto e a experiência artística
ficam no corpo, na memória, no olhar.

 

Dezembro 2012 – Julho 2016

Dez
7
Sex
2012
FILMAR 07 e 08 na Baixa da Banheira @ Fórum Cultural José Manuel Figueiredo
Dez 7 @ 21:00 – 22:00

FILMAR07 PERCURSOBLG2

Apresentação de Percursos e Aconteceu, pequenos filmes-ensaio realizados no âmbito de duas oficinas Filmar, Filmar 07 e Filmar 08, dirigidas a professores de escolas da Moita e do Barreiro, orientadas pela associação Os Filhos de Lumière, com a presença dos participantes que deram conta da sua experiência e do que descobriram através da prática numa longa conversa com o público e com os cineastas presentes.

As duas oficinas que decorreram ao longo da primeira e da segunda quinzena de Novembro integraram o Seminário “O cinema como experiência: abordagens pedagógicas“- organizado pela Câmara Municipal da Moita que decorreu em 13 de Outubro no Forum Cultural José Manuel Figueiredo, no âmbito da Quinzena da Educação.

Fev
17
Dom
2013
O SABOR DO CINEMA – MOMENTO XXIII – 17 de Fevereiro @ Fundação de Serralves
Fev 17 @ 16:00 – 18:00
Sayat_Nova17 de Fevereiro de 2013:
Romance de Vila do Conde, de Manoel de Oliveira
O Poeta Louco, O Vitral e a Santa Morte, de Manoel de Oliveira
Mar
3
Dom
2013
O SABOR DO CINEMA – MOMENTO XXIII @ Fundação de Serralves
Mar 3 @ 16:00 – 18:00

Quei_loro_incontri0203 de Março de 2013:

Aurélia Steiner / Melbourne, de Marguerite Duras
Mar
17
Dom
2013
O SABOR DO CINEMA – MOMENTO XXIII @ Fundação de Serralves
Mar 17 @ 16:00 – 18:30
Apunti_Pasolini17 de Março de 2013:
A Imitação, de Saguenail
Abr
7
Dom
2013
O SABOR DO CINEMA – MOMENTO XXIII – 7 de Abril @ Fundação de Serralves
Abr 7 @ 16:00 – 18:00
mon cas7773BLG207 de Abril de 2013:
O Meu Caso, de Manoel de Oliveira
Abr
18
Qui
2013
10 anos de filmes imaginados e realizados por jovens da região de Serpa (3) @ Cineteatro Municipal de Serpa
Abr 18 @ 19:00 – 21:00

Três programas de filmes realizados no âmbito das oficinas de iniciação ao cinema dirigidas a crianças e jovens no meio escolar e fora da escola, na região de Serpa (Vila Nova de S. BentoBrinchesPias e Serpa), levadas a cabo pela associação Os Filhos de Lumière em parceria com a Câmara Municipal de Serpa e as juntas de freguesia locais, desde o ano 2003 e até esta data (2013). 10 anos de filmes imaginados e realizados por jovens da região de Serpa com o apoio de profissionais de cinema.

Programa 3Brinches002

 

1) O PRIMEIRO OLHAR 28 EM BRINCHES – 2005

a) filmes individuais
– O Roubo
– A Compra
– A Escola
– O Casamento
– A Quinta
– Uma Tarde no Rio
– O Desaparecimento

b) filme colectivo
– O Mistério da Sociedade

2) CINEMA, CEM ANOS DE JUVENTUDE 2006-2007

a) filmes-ensaio (filmes finais)
– Pedro e Inês
– Até Amanhã

b) making of
– Filmando Pedro e Inês

3) FILMAR 09 – Projecto EMA  2012-2013

– A Alameda
– Vergonha
– (Des)encontros

duração da sessão : 63 min / entrada livre

Abr
21
Dom
2013
O SABOR DO CINEMA – MOMENTO XXIII – 21 de Abril @ Fundação de Serralves
Abr 21 @ 16:00 – 18:00
ailhadosamores_1b21 de Abril de 2013:
Nov
3
Dom
2013
O SABOR DO CINEMA – MOMENTO XXIV – 03 de Novembro @ Fundação de Serralves
Nov 3 @ 16:00 – 18:00
recordacoesdacasaamarela_1b
BARRES, Luc Moullet, 14′, 1984, França, legendado em português
RECORDAÇÕES DA CASA AMARELA, João César Monteiro, 122′, 1989, Portugal
O Sabor do Cinema – Momento XXIV – 3 de Novembro a 8 de Dezembro
Dizem que voa e abre todas as portas. Que cala a verdade mas fala todas as línguas. Que é o nervo da guerra embora não conheça dono. Que não tem cheiro e não faz a felicidade. Neste seu MOMENTO XXIVcrise oblige… – o Sabor do Cinema vai finalmente centrar-se sobre a esfera do dinheiro que incessantemente se cruza com a da arte dita sétima e industrial ao longo da história. Entre as mil e uma maneiras de escapar, no quotidiano, à ditadura da pasta (delicioso “Barres” de Luc Moullet) e a epopeia da ganância na pátria do capital (genial “Greed” de Eric von Stroheim). Entre o fascínio erótico do «vil metal» (tumultuoso “Rio do Ouro” de Paulo Rocha) e o reconhecimento do reino da imoralidade que o poder do graveto impõe (“L’Argent” de Robert Bresson, com todo o rigor a que o seu autor nos habituou). Entre o engenho lúcido e louco que a pelintrice engendra (os semi-auto-biográficos “Sapatos de Defunto” e o alter-self-portrait-em-cena de “As Recordações da Casa Amarela“, ambos assinados por João César Monteiro) e o jogo de máscaras que a aura do guito implacavelmente encena (The Idle Class” do corrosivo Charles Chaplin)
Nov
24
Dom
2013
O SABOR DO CINEMA – MOMENTO XXIV – 24 de Novembro @ Fundação de Serralves
Nov 24 @ 16:00 – 18:00

argent

– THE IDLE CLASS (Charlot, amador de golfe) Charles Chapl, 32′, 1921, EUA,

– L’ARGENT (O Dinheiro) Robert Bresson, 85′, 1983, França, legendado em português

O Sabor do Cinema – Momento XXIV – 3 de Novembro a 8 de Dezembro
Dizem que voa e abre todas as portas. Que cala a verdade mas fala todas as línguas. Que é o nervo da guerra embora não conheça dono. Que não tem cheiro e não faz a felicidade. Neste seu MOMENTO XXIV – crise oblige… – o Sabor do Cinema vai finalmente centrar-se sobre a esfera do dinheiro que incessantemente se cruza com a da arte dita sétima e industrial ao longo da história. Entre as mil e uma maneiras de escapar, no quotidiano, à ditadura da pasta (delicioso “Barres” de Luc Moullet) e a epopeia da ganância na pátria do capital (genial “Greed” de Eric von Stroheim). Entre o fascínio erótico do «vil metal» (tumultuoso “Rio do Ouro” de Paulo Rocha) e o reconhecimento do reino da imoralidade que o poder do graveto impõe (“L’Argent” de Robert Bresson, com todo o rigor a que o seu autor nos habituou). Entre o engenho lúcido e louco que a pelintrice engendra (os semi-auto-biográficos “Sapatos de Defunto” e o alter-self-portrait-em-cena de “As Recordações da Casa Amarela“, ambos assinados por João César Monteiro) e o jogo de máscaras que a aura do guito implacavelmente encena (The Idle Class” do corrosivo Charles Chaplin)
Dez
1
Dom
2013
O SABOR DO CINEMA – MOMENTO XXIV – 01 de Dezembro @ Fundação de Serralves
Dez 1 @ 16:00 – 18:00

RIODOOURO SCAN02BLG2

– QUEM ESPERA POR SAPATOS DE DEFUNTO MORRE DESCALÇO, João César Monteiro, 33′, 1971, Portugal

O RIO DO OURO, Paulo Rocha, 103′, 1999, Portugal

O Sabor do Cinema – Momento XXIV – 3 de Novembro a 8 de Dezembro
Dizem que voa e abre todas as portas. Que cala a verdade mas fala todas as línguas. Que é o nervo da guerra embora não conheça dono. Que não tem cheiro e não faz a felicidade. Neste seu MOMENTO XXIV – crise oblige… – o Sabor do Cinema vai finalmente centrar-se sobre a esfera do dinheiro que incessantemente se cruza com a da arte dita sétima e industrial ao longo da história. Entre as mil e uma maneiras de escapar, no quotidiano, à ditadura da pasta (delicioso “Barres” de Luc Moullet) e a epopeia da ganância na pátria do capital (genial “Greed” de Eric von Stroheim). Entre o fascínio erótico do «vil metal» (tumultuoso “Rio do Ouro” de Paulo Rocha) e o reconhecimento do reino da imoralidade que o poder do graveto impõe (“L’Argent” de Robert Bresson, com todo o rigor a que o seu autor nos habituou). Entre o engenho lúcido e louco que a pelintrice engendra (os semi-auto-biográficos “Sapatos de Defunto” e o alter-self-portrait-em-cena de “As Recordações da Casa Amarela“, ambos assinados por João César Monteiro) e o jogo de máscaras que a aura do guito implacavelmente encena (The Idle Class” do corrosivo Charles Chaplin)
Dez
8
Dom
2013
O SABOR DO CINEMA – MOMENTO XXIV – 08 de Dezembro @ Fundação de Serralves
Dez 8 @ 16:00 – 18:00

greed

– GREED (Aves de Rapina), Eric von Stroheim, 140′, 1924, EUA, legendado em português

O Sabor do Cinema – Momento XXIV – 3 de Novembro a 8 de Dezembro
Dizem que voa e abre todas as portas. Que cala a verdade mas fala todas as línguas. Que é o nervo da guerra embora não conheça dono. Que não tem cheiro e não faz a felicidade. Neste seu MOMENTO XXIV – crise oblige… – o Sabor do Cinema vai finalmente centrar-se sobre a esfera do dinheiro que incessantemente se cruza com a da arte dita sétima e industrial ao longo da história. Entre as mil e uma maneiras de escapar, no quotidiano, à ditadura da pasta (delicioso “Barres” de Luc Moullet) e a epopeia da ganância na pátria do capital (genial “Greed” de Eric von Stroheim). Entre o fascínio erótico do «vil metal» (tumultuoso “Rio do Ouro” de Paulo Rocha) e o reconhecimento do reino da imoralidade que o poder do graveto impõe (“L’Argent” de Robert Bresson, com todo o rigor a que o seu autor nos habituou). Entre o engenho lúcido e louco que a pelintrice engendra (os semi-auto-biográficos “Sapatos de Defunto” e o alter-self-portrait-em-cena de “As Recordações da Casa Amarela“, ambos assinados por João César Monteiro) e o jogo de máscaras que a aura do guito implacavelmente encena (The Idle Class” do corrosivo Charles Chaplin)
Out
29
Qui
2015
MOVING CINEMA no DocLisboa: Želimir Žilnik @ Cinemateca Portuguesa
Out 29 @ 15:30 – 18:00

Little_Pioneers

A associação Os Filhos de Lumière está a desenvolver o projecto Moving Cinema, em parceria com a associação “A Bao A Qu”, na Catalunha, “Meno Avilys”, na Lituânia, Centre for the Moving Image, na Escócia, a Cinemateca Francesa e a Cinemateca Portuguesa… Este projecto é apoiado pela Europa Criativa – Sub-Programa Média e tem como objectivo principal desenvolver a literacia cinematográfica junto das crianças e jovens.

Neste âmbito os jovens vão participar no dia 29 numa das sessões dedicadas por DocLisboa, em colaboração com a Cinemateca Portuguesa, à Želimir Žilnik  que irá estar presente e disponível para conversar com o público presente.

As primeiras curtas metragens de Želimir Žilnik são fundadoras do movimento de jovens cineastas Jugoslavos a quem foi dado o nome de Vaga Negra (Black Wave), no final da década de 1960. A esse nome de Vaga Negra, usado pelos seus detractores com uma irónica referência à Nova Vaga francesa, Žilnik responde com o Black Film (Filme Negro), de 1971. Os primeiros quatro filmes, realizados num tempo curto, traçam um retrato pouco abonatório do país, concentrando -se nos mais desfavorecidos, desempregados em The Unemployed, jovens sem rumo em Newsreel, crianças negligenciadas, já em ruptura com a sociedade, em Little Pioneers.

Em June Turmoil, as manifestações de descontentamento dos estudantes adquirem um cariz mais claramente político e crítico do regime Jugoslavo da época. Não obstante, em todos os filmes que aqui descobrimos, Žilnik recusa tratar aqueles que retrata como vítimas, e procura, pelo contrário, mostrar a sua força, a sua energia e a sua inexorável vitalidade. O último filme da sessão, porventura o mais polémico, será talvez aquele que também nos pode trazer mais facilmente a situações que bem conhecemos, como é o caso dos sem -abrigo. Aqui, mais ainda do que o drama dos próprios, a revolta de Žilnik, personagem e realizador, que recusa a inevitabilidade e a indiferença, marca o filme.

Filmes da sessão:

Žurnal o omladini na selu, zimi  (Reportagem na Cidade da Juventude, no Inverno)Ano:

1967 Duração:15’

O documentário foi rodado em aldeias, nos arredores de Novi Sad – Bukovac, Krčedin e Futog. A câmara centra-se nos jovens e no seu tempo livre em adegas, bailes, ruas da aldeia e bares. Os protagonistas são homens e mulheres jovens, espirituosos e enérgicos. Divertem-se, mas gostariam de estar noutro sítio qualquer.

Nezaposleni ljudi (O Desempregado)

Ano: 1968 Duração: 13’

O filme apresenta uma série de retratos e situações em que as pessoas se encontravam, após se tornarem redundantes, durante o período de reformas económicas que deveriam estabelecer uma economia de mercado na Jugoslávia. Em entrevistas, as pessoas expressam as suas dúvidas e confusão, pois esperavam que o socialismo lhes trouxesse mais segurança social.

Pioniri maleni mi smo vojska prava, svakog dana ničemo ko zelena trava (Pequenos Pioneiros)

Ano: 1968 Duração: 18’

Crianças socialmente negligenciadas, a tomarem conta de si mesmas, atrevem-se a roubar e a violar a lei. Discutem com pais, que não só não os compreendem, como também não nutrem sentimentos por eles. Em contraponto, vemos um programa de televisão onde o popular actor e apresentador Gula (Dragoljub Milosavljevic) se dirige a crianças felizes e despreocupadas.

Lipanjska Gibanja (Manifestações de Junho)

Ano: 1969 Duração: 10’

O filme documenta manifestações de estudantes, em Belgrado, em Junho de 1968. Žilnik imerge um actor profissional numa situação de vida real: Stevo Žigon declama, em frente a uma imensa multidão, o monólogo de Robespierre extraído de Dantons Tod (A Morte de Danton), de Büchner.

Žilnik passa de observador a participante activo da história, um realizador.

Crni film  (Filme Negro)

Ano: 1971 Duração: 14’

Uma noite, Žilnik apanha um grupo de sem-abrigo das ruas de Novi Sad e leva-os para casa. Enquanto eles se divertem, o realizador tenta “resolver o problema dos sem-abrigo”, levando com ele uma câmara de filmar como testemunha. Fala com assistentes sociais e pessoas comuns e até interpela polícias. Todos fecham os olhos perante o “problema”.

Out
30
Sex
2015
NOS CAMINHOS DA INFÂNCIA – Pensar em Educação com o Cinema (1) @ Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian
Out 30 @ 21:00 – Out 31 @ 21:15

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Ciclo de Cinema programado pela Associação Os Filhos de Lumière nos dia 30 e 31 de Outubro e 6 e 7 de Novembro no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian.

30 OUT | SEXTA-FEIRA

21h00 | Sessão de cinema

Tadjrebeh  (A Experiência) de Abbas Kiarostami  – Irão /1973 / 60’

Zéro de Conduite (Zero em Comportamento) Jean Vigo – França / 1933 / 41’

Com a presença de Alain Bergala, Maria Luís Borges de Castro e José Manuel Costa

31 OUT | SÁBADO

10h30-12h30 | Mesa redonda com Alain Bergala, Maria Luís Borges de Castro e Marcos Uzal

15h00 | Sessão de cinema*

Com a presença de Marcos Uzal e Maria Luís Borges de Castro

My Childhood  (Minha Infância) de Bill Douglas – Reino Unido / 1972 / 48’

My Ain Folk (Minha Gente) de Bill Douglas – Reino Unido / 1973 / 55’

18h30 | Sessão de cinema

Com a presença de Marcos Uzal, Maria Luís Borges de Castro e Pedro Costa

My Way Home (O Meu Caminho para Casa) de Bill Douglas – Reino Unido / 1978 / 72’

Tarrafal (in O Estado do Mundo) de Pedro Costa – Portugal / 2012 / 18’

Todos os filmes serão legendados em português.Todas as conversas terão tradução simultânea para português.

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Para os cineastas que há 15 anos atrás fundaram a associação Os Filhos de Lumière – e se dedicam à sensibilização de crianças e jovens para o cinema como forma de olhar o mundo, de desenvolver um imaginário, de crescer, de viver com os outros -, a reflexão sobre as questões da educação tornou-se um elemento crucial da sua actividade.

O desafio que o Dr. Carmelo Rosa lançou para organizarmos um ciclo de cinema que servisse de mote para pensar a educação veio, assim, ao encontro de algo que está no centro das nossas interrogações.

Os filmes escolhidos para este programa não tocam forçosamente a escola (embora também o façam), mas sim a infância, o imaginário e as questões que cada realizador levanta sobre o que é crescer e aprender a viver no mundo.

Mas a confrontação essencial entre uma escola com um formato cada vez mais fechado e burocratizado e o mundo exterior (a vida), não pode deixar de ser um dos aspectos chave dessa reflexão.

Apesar de ser – como lembra o cineasta Víctor Erice – a mais secreta das linguagens artísticas e a menos compreendida, o Cinema é um meio fundamental para nos levar a pensar, mas também a sonhar e a imaginar outras formas de ver e de viver.

Os autores, cineastas e pedagogos presentes irão tecer uma multiplicidade de olhares singulares sobre estas questões, “dar a ver o outro lado das coisas”, uma das faces mais importantes do olhar cinematográfico.

A Fundação Lucinda Atalaia, que há muito reflecte sobre estas questões, participa em conjunto connosco nesta procura e neste olhar novo sobre a educação e sobre o cinema.

A Cinemateca Portuguesa, para quem a relação entre o cinema e a educação é uma questão crucial, é também um parceiro essencial na concretização deste programa.

Pensar em educação para pensar o cinema, ou vice-versa.

Teresa Garcia e Pierre-Marie Goulet (Associação Os Filhos de Lumière)

 

Arte, Ciência e Educação formam um triângulo que tende a ampliar-se e a desenvolver-se até atingir o círculo. Círculo de envolvimento numa dinâmica comum de saberes, de afectos, de partilha e descoberta. Várias gerações poderão encontrar-se para alcançar o bem estar, o entendimento e o progresso.

“(…) o cinema pode ser uma espécie de sonho, um sonho exterior (…)” como disse João dos Santos. O cinema, a sétima arte, tende para a vivência do sonho, desafio da realidade, em abordagens amplas e de pormenor, que nos permitem olhar o Outro e descobrirmo-nos através da objectiva que ele nos oferece.

Manuela Cruz e Paula Santos Lobo (Fundação Lucinda Atalaia/Jardim Infantil Pestalozzi)

Jan
27
Qua
2016
MOVING CINEMA: Le Havre de Aki Kaurismaki @ Cinemateca Portuguesa
Jan 27 @ 11:00 – 13:00

LE HAVRE Kaurismaki

Apresentação na sala Felix Ribeiro do filme “Le Havre” (2011), de Aki Kaurismaki. Sessão dedicada a todos os participantes nos projectos O Mundo à Nosa Volta (Cinema, cem anos de juventude e O Primeiro Olhar) e Moving Cinema.

“Le Havre” integra a selecção de filmes que serão apresentados nos outros países participantes no projecto Moving Cinema: Catalunha (Espanha), Lituânia, Escócia (Reino Unido), França e Portugal.

Os parceiros que integram o projecto Moving Cinema sãoA Bao A Qu (Catalunha/Espanha),  Os Filhos de Lumière(Portugal), Meno Avilys (Lituânia). A França (através da Cinemateca francesa) e  o Centre for the Moving Image (Escócia/Reino Unido)

Abr
15
Sex
2016
NO PAÍS DO CINEMA – CINED – MOVING CINEMA : Uma Pedra no Bolso de Joaquim Pinto @ Auditório Soror Mariana
Abr 15 @ 21:30 – 23:45

Uma Pedra no Bolso

Sessão seguida de conversa com as cineastas Teresa Garcia e Rossana Torres da Associação Os Filhos de Lumière, organizada em parceria com o Cinema-Fora-dos-Leões, no âmbito dos programas europeus CinEd e Moving Cinema-

Mai
7
Sáb
2016
MOVING CINEMA – Jovens Programadores – Conto de Verão de Eric Rohmer @ Cinemateca Portuguesa
Mai 7 @ 18:30 – 21:00

conte-d-ete-6BLG2

Sessão de cinema organizada pelo Cineclube das Gaivotas, formado em 2014 por um grupo de jovens com idades entre os 15 e os 19 anos que, vêem e discutem filmes escolhidos por eles próprios, e programam filmes que são apresentados em sessões públicas, pensadas, organizadas e divulgadas pelos mesmos. O filme escolhido para esta sessão foi o “Conto de Verão” de Éric Rohmer.

Há cerca de dois anos, o grupo começou a programar sessões privadas na Sala Luís de Pina na Cinemateca Portuguesa, todos os sábados à mesma hora. O entusiasmo cresceu e o Cineclube expandiu-se. Em 2016, o diálogo e sinergia com outros grupos de jovens programadores europeus, fez com que se iniciasse uma série de sessões abertas ao público com o objectivo de difundir e compreender o cinema.

O Cineclube das Gaivotas resultou de uma proposta da associação cultural Os Filhos de Lumière, no âmbito do projecto europeu Moving Cinema, que visa desenvolver estratégias que ajudem os jovens a descobrir, a conhecer e a gostar do cinema nacional e do mundo, através da criação de grupos de jovens programadores, projecções-conversas, encontros e outras actividades pedagógicas desenvolvidas com jovens.

Integram este projecto para além de Os Filhos de Lumière (Portugal), A Bao A Qu (Espanha), a Meno Avilys (Lituânia), a Cinemateca Francesa (França) e o Center of Moving Image (Escócia) com o apoio da Europa Criativa – subprograma Media e em parceria com a Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema, BIP/ZIP,  a Rua das Gaivotas 6 (Lisboa), a CML entre outros parceiros de várias regiões.

Mai
18
Qua
2016
MOVING CINEMA – Cineclube das Gaivotas – Uma Rapariga no Verão de Vitor Gonçalves @ Cinemateca Portuguesa
Mai 18 @ 15:30 – 18:30

UMA RAPARIGA NO VERÃO-01

Sessão de cinema organizada pelo Cineclube das Gaivotas, formado em 2014 por um grupo de jovens com idades entre os 15 e os 19 anos que, vêem e discutem filmes escolhidos por eles próprios, e programam filmes que são apresentados em sessões públicas, pensadas, organizadas e divulgadas pelos mesmos. O filme escolhido para esta sessão foi “Uma Rapariga no Verão” de Vitor Gonçalves.

Há cerca de dois anos, o grupo começou a programar sessões privadas na Sala Luís de Pina na Cinemateca Portuguesa, todos os sábados à mesma hora. O entusiasmo cresceu e o Cineclube expandiu-se. Em 2016, o diálogo e sinergia com outros grupos de jovens programadores europeus, fez com que se iniciasse uma série de sessões abertas ao público com o objectivo de difundir e compreender o cinema.

O Cineclube das Gaivotas resultou de uma proposta da associação cultural Os Filhos de Lumière, no âmbito do projecto europeu Moving Cinema, que visa desenvolver estratégias que ajudem os jovens a descobrir, a conhecer e a gostar do cinema nacional e do mundo, através da criação de grupos de jovens programadores, projecções-conversas, encontros e outras actividades pedagógicas desenvolvidas com jovens.

Integram este projecto para além de Os Filhos de Lumière (Portugal), A Bao A Qu (Espanha), a Meno Avilys(Lituânia), a Cinemateca Francesa (França) e o Center of Moving Image (Escócia) com o apoio da Europa Criativa – subprograma Media e em parceria com a Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema, BIP/ZIP,  aRua das Gaivotas 6 (Lisboa), a CML entre outros parceiros de várias regiões.

Jun
17
Sex
2016
NO PAÍS DO CINEMA/MOVING CINEMA – Lacrau de João Vladimiro @ Auditorio Soror Mariana
Jun 17 @ 21:30 – 23:30

20160617 No Pais do Cinema LacrauBLG2Lacrau” de João Vladimiro, será apresentado com a presença e apresentação do realizador, na sexta-feira 17 de Junho de 2016 às 21h30 no Auditório Soror Mariana, em Évora, na programação de “Cinema-fora-dos Leões.  Sessão integrada nos projectos “No País do Cinema” e “Moving Cinema“, da Associação Os Filhos de Lumière.

Jul
13
Qua
2016
NO PAÍS DO CINEMA / CINED – A Rapariga mais Feliz do Mundo de Radu Jude @ Polo Cultural das Gaivotas/Boavista
Jul 13 @ 21:30 – 23:30
Happiest Girl in the WorldBLG2
A Rapariga mais Feliz do Mundo, de Radu Jude (Roménia, 2009), será apresentado na quarta-feira 13 de Julho de 2016 às 21h30 numa projecção ao ar livre no Pátio do Pólo Cultural das Gaivotas | Boavista, em Lisboa.
Esta segunda sessão do ciclo de cinema No País do Cinema programado e organizado em Lisboa pela associação Os Filhos de Lumière, em parceria com O Cinema Fora dos Leões em Évora integra-se na programação de Verão no Pátio do Pólo Cultural das Gaivotas | Boavista, Lusco-fusco, e será a primeira projecção ao ar livre de um conjunto de seis, programadas pela associação, que se prolongarão até Setembro.
Este filme integra ainda o programa CinEd, programa europeu de educação para o cinema dirigido aos jovens, promovido pelo Institut Français e dinamizado em Portugal pela associação Os Filhos de Lumière.
O CinEd associa A Bao A Qu (Espagne), Os Filhos de Lumière (Portugal), GET-Cooperativa sociale (Italie), NexT et Macondo (Roumanie), SEVEN (Bulgarie), Association of Czech Film Clubs (République tchèque) e apoiado pela Europa Criativa / programa Media. Trata-se de um programa inovador e estruturado de educação ao cinema que propõe uma selecção de filmes europeus e recursos pedagógicos em oito línguas, disponíveis numa plataforma digital com qualidade para projecção em sala, englobando também uma componente de formação de professores e da prática de cinema.
Jul
16
Sáb
2016
MOVING CINEMA – Jovens Programadores – Grazuolé (A Menina) de Arūnas Žebriūnas @ Cinemateca Portuguesa
Jul 16 @ 18:00 – 20:00

Grazuole2 Os “jovens programadores” do Clube de Cinema das Gaivotas vão apresentar Grazuolé de Arūnas Žebriūnas

O título do filme de Arūnas Žebriūnas refere o nome da sua jovem protagonista de nove anos, que enfrenta a estigmatização de outras crianças na escola por supostos problemas familiares. No contexto soviético dos anos sessenta, Gražuolé (estreado em 1969) detém‐se na relação entre pais e lhos, na vulnerabilidade das relações humanas, e na crueldade própria da infância. Conhecido internacionalmente como “Beauty” ou “The Beautiful Girl”. Primeira exibição na Cinemateca, a apresentar em cópia digital. (in programa da Cinemateca – Julho 2016)

As programações de cinema feitas pelos jovens e para os jovens têm um valor duplo: a formação profunda dos jovens que fazem parte do grupo de programadores (Cineclube das Gaivotas), e por outro lado a inovação na forma de ir ao encontro dos jovens espectadores em geral.

A programação de filmes implica ver os mesmos com atenção, de modo a conhecer o trabalho dos realizadores, estabelecer relações, pensar como apresentar o filme ao público: as formas de acompanhá-lo, divulgá-lo, e assim possibilitar a descoberta e a apreciação do mesmo. Ao desenvolver estes processos, os jovens programadores criam uma ligação particular com o cinema que veem e programam, e transmitem a outros jovens.

Os parceiros que integram o projecto Moving Cinema sãoA Bao A Qu (Catalunha/Espanha),  Os Filhos de Lumière(Portugal), Meno Avilys (Lituânia). A França (através da Cinemateca francesa) e  o Centre for the Moving Image (Escócia/Reino Unido)