Se a teoria é rapidamente esquecida,
o gesto e a experiência artística
ficam no corpo, na memória, no olhar.

Set 152020
 


La Pyramide Humaine, de Jean Rouch será apresentado na quinta-feira 17 de Setembro de 2020 às 21h30 no Auditório Soror Mariana em Évora, no âmbito do ciclo No País do Cinema numa sessão de Cinema-Fora-dos Leões / Universidade de Évora, em parceria com Os Filhos de Lumière, no âmbito do ciclo "La Vie, c'était l'écran" em comemoração do centenário do nascimento de Éric Rohmer. Entrada livre.
 
O presente ciclo de cinema centra-se no trabalho crítico de Rohmer. Ao todo, serão exibidos nove filmes que, progressivamente, vai assinalando os temas, as ideias e as formas que Rohmer viria a cristalizar na sua vasta filmografia – o recurso a uma extrema economia de meios, a importância dos reencontros amorosos, da sedução, da escrita e dos diálogos – compondo um complexo atlas rohmeriano.
 
Compreende filmes de cineastas que foram referências incontornáveis (Renoir, Rossellini e Rouch), um filme que defendeu arduamente contra os seus colegas redatores dos Cahiers(Veneno e Eternidade) e outros sobre os quais escreveu extensamente. Por fim, para encerrar este ciclo, será exibida a sua obra-prima final (A Inglesa e o Duque), com apresentação de Pierre Léon e de Philippe Fauvel. Rever sob uma nova perspectiva o pensamento de Rohmer implica reflectir sobre a nouvelle vague francesa através de um dos seus membros fundadores.

Esta sessão é organizada com o apoio do Institut Français du Portugal, da Ambassade de France à Lisbonne, da Direcção Regional de Cultura do Alentejo e da Universidade de Évora e do ICA - Instituto do Cinema e do Audiovisual.
Set 072020
 
Stromboli, de Roberto Rosellini, será apresentado na quinta-feira 10 de Setembro de 2020 às 21h30 no Auditório Soror Mariana em Évora, no âmbito do ciclo No País do Cinema numa sessão de Cinema-Fora-dos Leões / Universidade de Évora, em parceria com Os Filhos de Lumière, no âmbito do ciclo "La Vie, c'était l'écran" em comemoração do centenário do nascimento de Éric Rohmer. Entrada livre.

Tal como os restantes membros fundadores da nouvelle vague, Éric Rohmer começou o seu percurso como programador noCiné-Clube du Quartier Latine como crítico de cinema nos Cahiers du Cinéma, que veio a dirigir entre os anos 1957 e 1963. O seu trabalho escrito caracteriza-se sobretudo pela consistência de temas e autores a que se dedicou: entre os seus contemporâneos discutiu quase exclusivamente Renoir, Rossellini, Hitchcock, Hawks e Lang e, entre os cineastas que o antecederam, Murnau.
O presente ciclo de cinema centra-se no trabalho crítico de Rohmer. Ao todo, serão exibidos nove filmes que, progressivamente, vai assinalando os temas, as ideias e as formas que Rohmer viria a cristalizar na sua vasta filmografia – o recurso a uma extrema economia de meios, a importância dos reencontros amorosos, da sedução, da escrita e dos diálogos – compondo um complexo atlas rohmeriano.
Compreende filmes de cineastas que foram referências incontornáveis (Renoir, Rossellini e Rouch), um filme que defendeu arduamente contra os seus colegas redatores dos Cahiers(Veneno e Eternidade) e outros sobre os quais escreveu extensamente. Por fim, para encerrar este ciclo, será exibida a sua obra-prima final (A Inglesa e o Duque), com apresentação de Pierre Léon e de Philippe Fauvel. Rever sob uma nova perspectiva o pensamento de Rohmer implica reflectir sobre a nouvelle vague francesa através de um dos seus membros fundadores.

Esta sessão é organizada com o apoio do Institut Français du Portugal, da Ambassade de France à Lisbonne, da Direcção Regional de Cultura do Alentejo e da Universidade de Évora e do ICA - Instituto do Cinema e do Audiovisual.
Ago 312020
 
O projecto CinEd 2.0 de educação para o cinema coordenado agora pela Cinemateca Portuguesa foi seleccionado no âmbito do programa MEDIA/ Europa Criativa, da União Europeia. 

Cined, programa europeu de educação para o cinema desenvolvido em Portugal pela mão de Os Filhos de Lumiére, foi criado em 2015 e coordenado até 2020 pelo Institut Français (em Paris). 

O programa agora coordenado pela Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema associa 14 parceiros europeus em 11 países (Alemanha - DFF - Deutsches Filminstitut & Filmmuseum e Deutsche Filmakademie / Bulgária - Arte Urbana Collectif / Croatia - Shadow Caster / Espanha – Associação A Bao A Qu / França - La Cinémathèque française / Finlândia – IhmeFilmi / Italia – GET Cooperativa sociale / Portugal - Os Filhos de Lumière / República Checa - Association of Czech Film Clubs ACFK / Roménia - Asociația ARTA e Associação Contrasens / Lituânia - Meno Avilys) assim como o parceiro tecnológico MOG Technologies (Portugal). 

O programa acaba de ser seleccionado pelo 5ª vez consecutiva desde a sua criação, com o apoio da Europa Criativa/ Programa MEDIA da União Europeia, no âmbito do apoio á educação cinematográfica. CinEd 2.0 faz parte dos 4 projectos seleccionados (entre os 23 projectos que se candidataram), permitindo-lhe aceder ao mais importante subsídio atribuído neste âmbito, até 2022. Em Portugal a associação Os Filhos de Lumière é apoiada para este projecto, entro outros, pelo ICA - Instituto do Cinema e do Audiovisual - no âmbito do programa "Ad Hoc". 

Programa holistico e multidimensional, CinEd propõe hoje:
·       Um portal e uma plataforma digital, multilíngue, de projecção pública não comercial.
·       uma colecção de filmes europeus recentes e do Património.
·       uma pedagogia com recursos educativos originais.
·       formações dirigidas a professores, educadores, mediadores culturais
·     encontros de cooperação e de reflexão entre parceiros e actores da transmissão do cinema na Europa.
·     projecções e actividades com os jovens, que visam desenvolver o seu gosto pelo cinema independente, assim como o seu espírito crítico e criativo, sensibilizando-os também para a riqueza e a diversidade cultural da arte cinematográfica.
Ago 282020
 
A Comedia e a Vida, de Jean Renoir, será apresentado na quinta-feira 3 de Setembro de 2020 às 21h30 no Auditório Soror Mariana em Évora, no âmbito do ciclo No País do Cinema numa sessão de Cinema-Fora-dos Leões / Universidade de Évora, em parceria com Os Filhos de Lumière. Esta sessão inaugura o ciclo "La Vie, c'était l'écran" em comemoração do centenário do nascimento de Éric Rohmer. Entrada livre. 
 
Tal como os restantes membros fundadores da nouvelle vague, Éric Rohmer começou o seu percurso como programador no Ciné-Clube du Quartier Latin e como crítico de cinema nos Cahiers du Cinéma, que veio a dirigir entre os anos 1957 e 1963. O seu trabalho escrito caracteriza-se sobretudo pela consistência de temas e autores a que se dedicou: entre os seus contemporâneos discutiu quase exclusivamente Renoir, Rossellini, Hitchcock, Hawks e Lang e, entre os cineastas que o antecederam, Murnau.

O presente ciclo de cinema centra-se no trabalho crítico de Rohmer. Ao todo, serão exibidos nove filmes que, progressivamente, vai assinalando os temas, as ideias e as formas que Rohmer viria a cristalizar na sua vasta filmografia – o recurso a uma extrema economia de meios, a importância dos reencontros amorosos, da sedução, da escrita e dos diálogos – compondo um complexo atlas rohmeriano.

Compreende filmes de cineastas que foram referências incontornáveis (Renoir, Rossellini e Rouch), um filme que defendeu arduamente contra os seus colegas redatores dos Cahiers (Veneno e Eternidade) e outros sobre os quais escreveu extensamente. Por fim, para encerrar este ciclo, será exibida a sua obra-prima final (A Inglesa e o Duque), com apresentação de Pierre Léon e de Philippe Fauvel.

Rever sob uma nova perspectiva o pensamento de Rohmer implica reflectir sobre a nouvelle vague francesa através de um dos seus membros fundadores.

Esta sessão é organizada com o apoio do Institut Français du Portugal, da Ambassade de France à Lisbonne, da Direcção Regional de Cultura do Alentejo e da Universidade de Évora e do ICA - Instituto do Cinema e do Audiovisual


Mai 312020
 
O programa pedagógico "Cinema, cem anos de juventude” adaptou-se à situação gerada pela pandemia do coronavirus e a impossibilidade de realizar, por enquanto, os filmes-ensaio (filmes finais) sobre o tema do ano “as sensações no cinema”. 

Assim todos os parceiros propuseram às crianças e jovens - mas também aos professores e aos cineastas-formadores - filmar pequenos momentos da vida quotidiana, relatando as suas sensações: diferença entre o interior e o exterior, o que se vê e ouve da sua janela, o que sentimos, os pequenos detalhes aos quais geralmente não prestamos atenção, o que é novo … 
Com um smartphone, tablet ou outro, todos filmam uma sensação da sua vida quotidiana. 

Estes pequenos filmes de todo o mundo, em 16 país: da Argentina ao Japão passando por Portugal, podem ser encontrados no blog do projecto gerido pela Cinemateca francesa onde são colocados á medida que são realizados.